Oh,Boy

a sarah é uma menina que gosta de gente… simples assim! foi desse gosto que surgiu seu amor pela folia. hoje em dia, ela é tão apaixonada pela festa que fala por aí que o instrumento que toca já é parte do seu corpo.

vem ver o que mais essa musa tem pra falar do carnaval:

‘ele nos ensina que, se nos abrirmos ao universo do outro, entendemos que há mais coisas que nos unem do que nos separa. e ocupar a rua é um ato de resistência, de dizer que a cidade é nossa, é do negro, do pobre, das religiões afro-brasileiras, da cultura popular, do churrasco na calçada, do gay, da mulher, do velho, da bagunça, do batuque, da arte, do respeito, da troca. é o espaço da diversidade e do encontro.’

‘as mulheres estão cada vez mais na linha de frente do carnaval. mas muito além disso, estão cada vez mais unidas, dispostas a compreender o universo da outra e praticar o exercício da colaboração e da compreensão, e não mais o da disputa, com foco no que as une e não no que as separa. unidas são mais fortes contra assediadores e na desconstrução até mesmo do machismo mais intrínseco e sutil.’

pra ela a liberdade sexual e a nudez tem tudo a ver com resistência:

‘entendo a liberdade sexual e a nudez como resistência, especialmente se isso vem de espaços, gerações e culturas mais reprimidos e de mulheres mais fora do padrão. mais é fundamental o exercício de reflexão e de autoconhecimento para entender até onde você quer e consegue romper com os padrões, cada uma deve entender a dor e a delícia de se desconstruir e entender seus momentos, até onde pode ir e consegue lidar. o mundo não está pronto para algumas coisas. admiro as mulheres que conseguem transgredir o status quo, elas têm um simbolismo coletivo de vanguarda fundamental. mas admiro sobretudo as que conseguem acolher as outras mulheres se conectando pela via do afeto e da empatia.’

muito musa a sarah <3

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